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Bem, cá estamos aqui de novo. Caio e Mari. Já nos descrevi em duas
outras histórias contadas aqui, e como essa vai ser também um pouco
extensa, vou apenas lembrar que somos um casal liberal e que Mari é uma
mulher saradona, rata de academia. Nesta oportunidade, descrevo uma
aventura nossa em Ponta Grossa, no Paraná, onde tive que ficar
internado por vários dias num hospital particular, onde me recuperava
de problemas renais. Mari ficou comigo o tempo todo, dormindo inclusive
a maioria das noites ao lado do meu leito, pois eu me encontrava num
aposento privativo. Como eu precisava de repouso absoluto, não podíamos
transar. Minha gostosa então trouxe alguns filmes pornôs pra mim.
Assistimos quase todos os filmes juntos, e naturalmente ficávamos
excitados. Algumas vezes Mari até ensaiou umas punhetas e boquetes pra
mim, mas eu sentia fortes dores nas costas e abdomem, fazendo com que
ela sempre terminasse estimulada por dedos em sua xoxotinha, meus ou
dela mesma. Notei que aquela minha situação e ainda a preocupação com
as rotinas de casa e filhos deixavam minha esposa bastante desgastada e
tensa. E ainda por cima longe de casa, pois não morávamos em Ponta
grossa. Já vinha em tratamento a algum tempo na cidade. Mas também
percebi que nossos filmes e brincadeiras acabavam melhorando seu humor
e aliviando seu stress. Sabia também do sacrifício que estava sendo pra
ela, já que estávamos vivendo um período sexual de nossas vidas
bastante ativo, agora com bastante experiências liberais, e o apetite
sexual de minha gostosa estava muito mais apurado. Resumindo, Mari
precisava urgentemente de uma boa trepada, uma boa dose de pica pra
relaxar. Decidi que não poderia deixar minha esposa sob clausura tanto
tempo. Seria injusto com ela, por tudo que estava fazendo por mim.
Sabia que ela não me trairia e que esperaria de muito bom grado minha
recuperação, mas queria recompensá-la pelo esforço. Vale salientar, por
outro lado, que eu sempre me excitei em vê-la metendo com outros
parceiros, como já expressei em outras aventuras descritas nesse site.
Resolvi, por fim, agir. Peguei emprestado um laptop de um dos
enfermeiros e mergulhei na Net. Não foi tão fácil achar um “voluntário”
pra transar com a Mari, pois como não tinha fotos, tinha que convencer
os contatos que as descrições dela eram verdadeiras. Mas a sorte
acompanha os audazes, e acabei marcando com um homem de nome Tony. Ele
era moreno, tinha uns 1,90m e não era muito forte, mas também não era
seco. Trocamos telefone e combinamos tudo. Naquele dia então a chamei e
disse que não agüentava mais a monotonia, e que estava louco pra
comê-la toda. Ela me deu um longo beijo e disse pra eu ter paciência,
que logo tudo acabaria. Então pedi que Mari passasse na locadora e
trouxesse algumas fitas pra mim. Assim que ela saiu o Tony apareceu.
Combinei com ele que esperasse nas imediações do corredor e aguardasse
o apagar da luz do quarto, entrando sem bater. Estava tudo dando certo.
Não demorou muito e ela retornou, colocou um filme de sexo no DVD e
sentou-se numa cadeira de braço ao lado de minha cama, bem perto de
mim. No filme, uma moça cavalgava uma rola enquanto seu parceiro
chupava seus seios e enfiava dedos no cú dela. Mari era concentração
total no filme. Fui levantando sua mini-saia até a cintura, afastei sua
calcinha. Deitado na beirinha do leito, comecei a dedilhar sua xoxota,
já bastante molhada. Excitada e já toda arreganhada na cadeira, minha
esposa comenta: “deve ter sido uma delícia pra ela, né amor?? Tô com
tanta vontade!... adoro essa posição também... uuhhhmmm, delícia esse
seu dedinho... safado!”. Então ela começa a punhetar minha rola. Era a
hora. O tesão já a dominava e eu sabia que ela não conseguiria oferecer
resistência diante da oportunidade de levar umas roladas, então dei
início ao plano: “Mari, hoje quero que você faça uma coisa por mim.
Amor, tenho uma surpresa pra você e quero que você aproveite ao máximo,
porquê eu gosto de te agradar e de te ver feliz”. Ela nada entendeu: “o
que houve, Caio? O que está acontecendo, amor?”. Usei um controle ao
lado da cama e apaguei a luz. Um pequeno abajour permaneceu ligado,
fornecendo uma luz baixinha e agradável, o suficiente pra enxergarmos
com boa definição. Repentinamente, Tony entra. Calado, ele observa
aquela buceta escancarada e disponível, raspada e rosada. Ela se
assusta, mas não levanta, pois eu continuei massageando seu grelinho:
“ai, amor...quem é esse rapaz??? O que você ta aprontando, Caio??...”.
Sem perder tempo, eu determino: “vai, Tony... chupa a buceta dela...
deixa ela bem molhada...”. Ele começa a invadir a buceta da Mari com
sua língua, enquanto se livra das roupas. Apartir daí, só me restava
assistir minha gostosa numa de suas fodas mais pitorescas. Ela gemia a
cada toque da língua de Tony em sua xoxota. Vagarosamente ela ia se
livrando de cada peça de roupa que ainda restava em seu corpo: “ai,
Caio... você é incrível amor.... uuhmmm... que delícia de língua...
aaaahhhhnnnnn...nossa, como eu tava precisando disso....”. Mari se
contorse toda, morde os lábios, puxa os próprios cabelos e rasga com as
unhas o couro da cadeira em que se encontra. Tony então levanta
revelando uma rola grande, grossa e dura como ferro, que é
imediatamente abocanhada pela minha esposa: “uaaauuu... você pensou em
tudinho amor... do jeito que eu gosto!!!”. Daí em diante ela chupou
vigorosamente por uns 10 minutos. Tony estava tranqüilo. Demonstrava um
excelente controle de seu corpo, e certamente demoraria pra gozar, pra
delírio da Mari. Ele puxou minha gostosa pra beira da cadeira, apoiando
uma mão no braço da mesma. Mari passou uma das pernas por sobre esse
braço, enquanto sua outra perna era firmemente segurada na altura do
tornozelo por Tony, forçando a abertura. A posição bastante curvada de
Mari permitia ótima visão da enorme rola de Tony na entrada de sua
boceta. De pé e meio abaixado, ele passa a cabeça da tora pela racha
dela, abrindo os lábios e roçando seu clitóris. Mari está agora
desesperada. Sua buceta chega a pingar de tão molhada. Ela implora:
“por favor, moço... fode minha buceta agora... não agüento mais...
enfia essa pica em mim com força...”. Tony apluma na entrada da racha
e, numa estocada firme, desaparece com a pica toda pra dentro da buceta
sedenta da minha mulher. Mantém por uns segundos, tira a metade e soca
pra dentro de novo. Repete três ou quatro vezes e então passa a bombar
com força. O barulho era sensacional: um floc floc floc digno de filme.
Mari não sabe se grita, se geme, se respira... Ela libera seu tesão de
mulher: “graças a deus uma pica de homem na minha buceta, caralhooo!!!
Puta que pariu, que delícia de trepada!!! Aaaaiiiiiiiii,
caralhooooo!!!... olha o que eu queria Caio!!?? Olha como esse filha da
puta me come.... Vai, caralho, vai??!!! Mais forte, porra!!! Quero tudo
lá no fundo com força!!!! Maissssss....Maisssss...aaaaahhhhnnnnn!!!!!”.
A essa altura Mari já tinha gozado diversas vezes, mas Tony continuava
ali, sereno, ereto e disponível. Eles saem da cadeira e vão para frente
da minha cama, perto de meus pés. Ela segura no ferro da cama, de
frente pra mim e de pé, arqueando o corpo e empinando aquela bunda
maravilhosa. Ela sabe que eu gosto de observar desse ângulo. Tony agora
come minha esposa por trás. Suas estocadas continuam firmes e
determinadas. Mari está me olhando de frente, seu corpo treme ao ritmo
de cada fincada de Tony. Seus seios como sempre muito firmes e
malhados, vão e vem livremente. Ela então me diz com aquela carinha de
safada: “olha como ele me come gostoso amor!!! É assim que você vai
fazer comigo, né?? Olha como eu gosto de uma vara, amor??!!”. Tony
então a vira de costas pra mim. Ela se apóia ainda no ferro da cama,
mas está de pé, de frente pra Tony. O rapaz engancha uma das pernas de
Mari em um de seus braços e suspende a coxa da morena pra cima. Ela
está na ponta dos pés, mas ele mesmo assim se abaixa um pouco, pois é
muito alto. A cena que seguiu foi espetacular: Tony ficou parado, com a
cabeça da pica na entrada da buceta de minha esposa. Como numa dança de
funk, Mari rebola o quadril pra frente e pra trás. O corpo dela está
paradinho, só o quadril se movimenta. Percebo Mari engolindo e
liberando a rola de Tony com a buceta. Como estava muito molhada e com
uma perna bem levantada, ela controlava com o quadril o entra e sai da
rola. Ela contraia os músculos da buceta, permitindo que os grandes
lábios massageassem a cabeçona roxa e inchada da pica do parceiro. Em
resumo, era ela quem fudia a rola: “tá gostando, amor?? Olha como eu
fodo gostoso o pau dele!!! Duvido ele já ter sido fudido assim... Se
deu bem, né Tony?? Deixa que eu cuido dessa pica... deixa que eu meto
bem fundo, ta???!!! Assim, observei por um bom tempo e com detalhes a
bucetona encharcada da minha esposa colhendo a pica do Tony. O rapaz
começa a dar sinais de que quer gozar. Ele fecha o semblante e começa a
ofegar. Mari percebe: “não, não mocinho!!! É bom fazer os outros
sofrer??? Pois agora você vai ver só!!!”. Ela vira pra mim e diz: “olha
como eu fodo ele, amor??!! Essa ainda não fizemos, né?? Eu ia te
mostrar depois....”. Fiquei meio desapontado. Ela nunca fudeu meu pau
assim. Mas não faltaria oportunidade. De repente, Tony a encosta na
parede e suspende. Volta a fudê-la com violência, metendo com força,
espremendo-a entre seu corpo e a parede. Ela geme, sorri, pede mais,
enfim... Percebendo que o rapaz já estava cambaleante, ela o senta na
tal cadeira de antes e recomenda: “quero esse leite todo no meu rabo, e
quero que Caio veja você comendo meu cú!!!”. Ela vem de frente pra ele
e deixa seu peso todo cair sobre a rola, até desaparecer. Ele a envolve
nos braços e mama com vontade aqueles peitões. Com as mãos livres, ela
faz o que já é de praxe: abre a bunda o máximo que pode pra receber
melhor a tora do rapaz. Mais três minutos Tony anuncia: “desculpe,
Caio, mas vou encher o cú da tua mulher de porra!!!”. Nesse momento,
Mari goza mais uma vez, junto com Tony: “Isssssooo, gostoso!!! Enche
meu cú de leite, caralhooooooo!!!!!! Goza gostoso no meu rabo pro Caio
ver!!! Uuuuhhhhhh, delíciaaaaaa!!!!”. Enfim, ela desmaia na minha cama.
Tony se recompõe, agradece e sai. Horas depois ela acorda: “Amor, eu te
amo demais. Você é tudo pra mim. Nunca vou te deixar. Adorei a
surpresa, mas acho que não era preciso você fazer aquilo. Eu nunca vou
transar com outro cara sem você saber. Não preciso disso. Além do mais,
logo logo você já vai estar fora daqui, e a gente vai se curtir muito,
viu?!!”. Respondi: “eu nunca duvidei de você, amor... só quis te livrar
do stress, melhorar seu ânimo. Não quero te ver triste. Alem do quê,
você sabe que eu adorei o que vi...”. Nos beijamos e voltamos a dormir
até às seis da manhã, quando ela saiu pra resolver algumas coisas.
Espero que tenham gostado de mais essa nossa aventura.
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